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		<title>Dez mandamentos para ser um melhor gestor de TI</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 21:35:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para que o clima na empresa permaneça em harmonia mesmo em uma área dinâmica como a de TI, conheça e aplique as 10 dicas para manter um bom relacionamento com fornecedores, equipe, usuários e diretoria. Imagine o CIO perfeito. Ou pelo menos pense na descrição daquele que se relaciona da melhor forma com seus pares. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Para que o clima na empresa permaneça em harmonia mesmo em uma área dinâmica como a de TI, conheça e aplique as 10 dicas para manter um bom relacionamento com fornecedores, equipe, usuários e diretoria.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/gestor-ti.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/gestor-ti.jpg" alt="" title="gestor-ti" width="200" height="200" class="alignleft size-full wp-image-7986" /></a>Imagine o <strong>CIO</strong> perfeito. Ou pelo menos pense na descrição daquele que se relaciona da melhor forma com seus pares. A aparência pouco importa. O mais relevante, segundo analistas, fornecedores, CIOs e headhunters, são características como a eficiência e a veracidade na comunicação, a forma como o profissional lida com as pessoas e também como organiza seu tempo.</p>
<p>Para empresas de recrutamento e eseleção entrevistadas pela COMPUTERWORLD, uma característica é unânime: transparência para tratar de qualquer assunto, com qualquer pessoa. Ainda não entendeu como tudo isso pode ajudar?</p>
<p>Confira abaixo os 10 mandamentos básicos para ganhar a confiança no ambiente corporativo.</p>
<p><strong>1.Só a boca não tem par</strong><br />
Ouvir é uma dica que vale não só para garantir bom relacionamento com a diretoria ou com os usuários internos. Isso vale também para o momento em que recebe um fornecedor – chamado de parceiro, lembre-se – e para os integrantes da equipe de tecnologia. Esse é o segredo de um bom profissional. Escutar antes de começar a dizer como as coisas devem ser feitas. Não basta apenas marcar reuniões, se for para passar o tempo todo discursando. Além disso, é preciso dar um retorno o mais rápido possível caso fique alguma questão pendente.<span id="more-7985"></span></p>
<p><strong>2.Pedestal de vidro</strong><br />
A essência de um bom relacionamento se resume a transparência e respeito. Nem sempre comunicar significa ser transparente. Se o usuário não entende ou se você não diz a verdade, não vai dar certo. É fundamental que ninguém “tire nada do bolso do colete”, principalmente em uma relação com fornecedores. Para isso é importante fazer SLAs (acordos de níveis de serviços), quando se trata de infraestrutura, e prestar atenção no perfil pessoal e na empatia quando a relação envolve um projeto de mudança no negócio.</p>
<p><strong>3.Nada de grego</strong><br />
É preciso considerar o progresso dos profissionais de TI. Mas ainda há um longo caminho a percorrer. Alguns CIOs falam uma linguagem hermética, com siglas e termos em inglês, que acabam dificultando a interação. Mas o reconhecimento precisa ser feito. Hoje a tarefa do CIO está fundamentada nos negócios. Se isso estiver claro, naturalmente o executivo vai falar menos ‘tecniquês’. </p>
<p><strong>4. Motive o batalhão</strong><br />
Assumir o papel de líder também é fundamental. Estimular o crescimento profissional, a capacitação técnica e a confiança são vitais, assim como ouvir, conforme foi dito no item um. O pessoal de TI é mais movido por projetos do que por vendas. Para um bom relacionamento com a equipe é importante escutar e ser sincero, principalmente para dizer não. Além disso, saber delegar faz parte das funções de um bom CIO, que atualmente passa muito tempo fora da mesa dando atenção à diretoria ou aos fornecedores. Mas  delegar por si só não basta. É condição primordial estabelecer critérios, ajudar na incorporação da tarefa à rotina do profissional e combinar relatórios periódicos, senão há uma grande chance de as coisas não acontecerem como você quer. Uma boa maneira de manter uma relação saudável é organizar reuniões freqüentes com cada uma das equipes de projetos.</p>
<p><strong>5.Livre acesso</strong><br />
Seja cuidadoso com a sua programação diária e defina prioridades. Ser acessível é importante para se dar bem com qualquer profissional ao seu redor. Além de jogar aberto, é importante que saiba receber os fornecedores, esteja aberto a receber as pessoas em sua sala e aproveite bem o tempo que passa com cada um. É fundamental marcar reuniões presenciais, mas todas as ferramentas são úteis para se manter o CIO perto da equipe e de seus pares. Flexível também precisa ser um adjetivo do profissional de TI, que para estar acessível a tantas pessoas, tem que se acostumar a adaptar a agenda o tempo todo.</p>
<p><strong>6. Atraia-os</strong><br />
Para entender o que realmente é necessário na companhia, não adianta apenas fazer reuniões com os fornecedores, pois só isso não revela a necessidade da sua empresa. Por isso, prepare a isca e traga o possível parceiro para dentro da sua empresa. Muitas vezes são esses fornecedores que trazem as novidades e o conhecimento sobre novas tecnologias. Para inovar, que é o real papel do CIO, é preciso conhecer as novidades do mercado. E são os parceiros que trazem essas novidades. Quando o fornecedor está dentro de casa, portanto, não só o conhecimento do CIO se aprimora, como também melhora a relação com a empresa em que trabalha, já que aumentam as possibilidades de ele levar melhoria ao negócio.</p>
<p><strong>7.Circule pela empresa</strong><br />
Além de fazer bem para a saúde, caminhar pelas diferentes áreas da organização para vivenciar o ambiente dos usuários pode melhorar muito a relação de todo o departamento de TI com os demais funcionários. A proposta do CIO, hoje, é participar mais do negócio. Por isso, nada mais natural do que vivenciar suas necessidades. Isso é fundamental para que o profissional de TI entregue as soluções corretas.</p>
<p><strong>8.Viva a governança</strong><br />
Não é preciso investir na implementação dos conceitos propriamente ditos de governança. Mas o uso dessas práticas ajuda no estabelecimento de um relacionamento saudável, o que favorece o CIO. As práticas de governança favorecem principalmente a transparência. Para muitos especialistas, a governança faz os usuários compreenderem exatamente quanto custa a TI e abandonarem a sensação de que o pessoal de TI está sempre devendo algo a eles.</p>
<p><strong>9.Endurecer sem perder a ternura, jamais</strong><br />
Aprovar projetos de TI não é uma tarefa fácil. Tanto com a diretoria, quanto com o departamento financeiro, é preciso persistência e preparação. Os resultados podem não aparecer na primeira abordagem, nem na segunda, mas uma hora aparecem. </p>
<p><strong>10.Postura executiva</strong><br />
Uma das principais buscas dos CIOs é por uma visão integrada de negócio e por entender como a TI impacta nessas atividades. Quem tem essa visão mais estruturada, entende melhor os problemas e sabe como se relacionar com os usuários, diretoria e até com os fornecedores, porque sabe do que eles precisam. Se o profissional conseguir ser um bom integrador, será também um bom CIO, porque poderá antecipar as necessidades do marketing, por exemplo, em uma situação de lançamento de produto. Em relação aos modelos de gestão as empresas estão muito parecidas com terceirizações feitas com os mesmos parceiros. O que as diferencia, e também ao CIO, é a capacidade de inovar e a liderança. São essas questões que fazem o profissional de TI ter credibilidade, o que também é essencial para um bom relacionamento com toda a companhia.</p>
<p><em>Fonte: COMPUTERWORLD</em></p>
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		<title>Fiasco ou sucesso? O Facebook na bolsa</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 17:41:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[Dois investidores de risco (VCs) avaliam o final do primeiro dia da rede social na Bolsa, com o IPO de maior número de transações da história. A expectativa era grande, mas em seu primeiro dia as ações do Facebook tiveram crescimento modesto. Negociados a 38 dólares na abertura do mercado, os papéis chegaram a 43 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Dois investidores de risco (VCs) avaliam o final do primeiro dia da rede social na Bolsa, com o IPO de maior número de transações da história.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/facebook-ipo.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/facebook-ipo-300x224.jpg" alt="" title="facebook-ipo" width="300" height="224" class="alignleft size-medium wp-image-7982" /></a>A expectativa era grande, mas em seu primeiro dia as ações do Facebook tiveram crescimento modesto. Negociados a 38 dólares na abertura do mercado, os papéis chegaram a 43 dólares nos primeiros dez minutos, mas caíram logo em seguida, terminando o dia cotados a 38,22 dólares. Alta de apenas 0,61%.</p>
<p>Para Humberto Matsuda, vice-presidente de venture capital na Performa Investimentos, o desempenho não foi satisfatório se comparado com  aparato de bancos e investidores em torno dele. “Quando você contrata uma estrutura tão grande para negociar ações, espera grande liquides”, afirmou. “Não há como manter todo esse pessoal por mais de dois meses, pois são muitos os custos envolvidos”, justifica.</p>
<p>Para o especialista, só após esse período, quando as coisas se acalmarem, será possível estimar o potencial da rede social e quanto ela realmente vale. Matsuda sugere, porém, que o preço inicial das ações pode ter sido alto demais, por isso a pequena valorização.<span id="more-7981"></span></p>
<p>Matsuda lembra também que empresas de tecnologia, em geral, não possuem um valor de mercado baseado em seus ativos, mas que quando o montante é dez vezes, vinte vezes seu EBITA (sigla em inglês para o lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) deve-se tomar cuidado. “No caso do Facebook  a análise é mais difícil porque eu não tenho essa informação”, afirma.</p>
<p>A empresa de Mark Zuckerberg, por ter entrado agora na bolsa Nasdaq, ainda não teve que revelar seu lucro anual – algo que terá de fazer no começo do ano que vem. Esse é um dos motivos que tornam mais arriscada a participação em um IPO, pois os dados disponíveis são bem menores em relação a companhias que se tornaram públicas há algum tempo.</p>
<p>Sócio da Astella Investimentos, Edson Rigonatti discorda de alguns pontos. Para ele, a cotação inicial das ações do Facebook foi acertada, já que, antes de chegarem à Nasdaq elas foram comercializadas em mercados secundários graças a algumas plataformas fechadas que surgiram nos EUA nos últimos anos.</p>
<p>“De fato, essa é a norma (espera por maior liquides), mas isso não vale para o Facebook porque um preço para ele já havia sido estipulado por esses mercados”, explicou. “Acho que tudo ocorreu conforme o esperado.”</p>
<p>Rigonatti acredita que, mais importante que o valor das ações ao final do dia, foi o interesse demonstrado por elas. A movimentação foi intensa e o volume comercializado, significativo – foram 571 milhões de transações, um recorde para uma estreante. Muitos investidores venderam o que tinham em uma empresa de tecnologia para apostar na rede social – a Zynga caiu 13,42% e o Groupon, 6,69%.</p>
<p>“Eu acho que o Facebook é uma empresa mais madura do que a Google quando entrou na bolsa, em 2004”, afirmou Rigonatti. “Eles mantiveram uma grande participação nas mãos de Zuckerberg, de modo que quem aposta na rede social está também confiando na capacidade de seu fundador.”</p>
<p><em>Por Ricardo Zeef Berezin</em></p>
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		<title>Big Data pode ser uma bênção para a segurança</title>
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		<pubDate>Sat, 19 May 2012 17:31:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[As ferramentas de Big Data podem distinguir os atacantes dos usuários normais ao detectarem anomalias na rede. A avalanche de dados a que estão sujeitas as empresas traz riscos de segurança para as empresas, mas a análise maciça dos mesmos também traz novas esperanças. Entre os responsáveis de segurança e alguns analistas, fala-se da possibilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>As ferramentas de <strong>Big Data</strong> podem distinguir os atacantes dos usuários normais ao detectarem anomalias na rede.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/big_data_storage2.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/big_data_storage2-300x168.jpg" alt="" title="big_data_storage2" width="300" height="168" class="alignleft size-medium wp-image-7978" /></a>A avalanche de dados a que estão sujeitas as empresas traz riscos de segurança para as empresas, mas a análise maciça dos mesmos também traz novas esperanças. Entre os responsáveis de segurança e alguns analistas, fala-se da possibilidade de as abordagens ao Big Data levarem a cientistas de dados focados em segurança. Serão especialistas com ferramentas e conhecimento para detectarem ataques de intrusos.</p>
<p>Apanhar cibercrimnosos em flagrante delito nas redes tem sido muito difícil. Há quem diga que as abordagens de Bid Data trazem novas possibilidades. Mas com que solidez? Scott Crawford, analista da consultoria Enterprise Management Associates, acha que é possível. Durante um debate entre analistas na conferência da RSA, em San Francisco, Crawford previu que, eventualmente, poderá emergir &#8220;um mercado de algoritmos de segurança&#8221; no âmbito do Big Data.</p>
<p>Ele refere-se a empresas como a Red Lambda e a Palantir que estão lidando com isso empregando um pesado trabalho de matemática na detecção de anomalias.<span id="more-7977"></span></p>
<p>Por exemplo: a atividade de um atacante para “se esconder” é uma anomalia face ao comportamento dos usuários, em geral, na rede. Frequentemente é “atrás” destes que os cibercriminosos se escondem, segundo alguns especialistas. Hoje, os atacantes estão ultrapassando as tradicionais defesas dos sistemas de informação, salientou o analista do Gartner, Neil MacDonald no mesmo debate. Hoje, diz, já não se sabe bem o que é  atividade mal intencionadas ou não em uma rede.</p>
<p>De fato, as abordagens ao Big Data podem obrigar as ferramentas de informação de segurança e gestão de eventos (SIEM &#8211; Security Information and Event Management) a terem que evoluir. Até certo ponto isso já começou a acontecer, diz MacDonald, apontando para os produtos de detecção de ameaças NetWitness, da RSA e ou ArcSight SIM, da HP, entre outros. A oferta da Crowdstrike é outro exemplo.</p>
<p>Mas será que as ferramentas de SIEM vão evoluir para conseguirem processar dados do tipo Big Data relacionados com o negócio? Será apenas uma agradável ilusão a ideia de que os dados de negócio possam ser adicionados a dados SIEM mais tradicionais para fornecer informações relevantes sobre um atacante? &#8220;Os responsáveis não conseguem obter as respostas pretendidas a partir das ferramentas de SIEM&#8221;, diz o analista da Forrester, John Kindervag. O mesmo defende a necessidade de novos desenvolvimentos, englobando as ferramentas de SIEM.</p>
<p>De todos os analistas no painel da conferência da RSA, Jon Oltsik, da Enterprise Strategy Group, foi o mais céptico. Diz que os CISO ainda não aderiram à ideia das abordagens Big Data serem de alguma forma uma bênção para a segurança. &#8220;Quando falo com CISOs e perguntar sobre Big Data, eles até riem&#8221;, comentou.</p>
<p><strong>Há experiências encorajadoras</strong></p>
<p>Mas existem projetos promissores. A Zions Ban Corporation criou um repositório enorme para analisar proativamente uma combinação de dados de segurança em tempo real e dados de negócios. Visa identificar ataques de phishing, evitar fraudes e repelir invasões de hackers. Anunciado em outubro passado, é baseado no Data Warehouse Zettaset, que faz uso da Hadoop para aplicações intensivas de dados distribuídos. Preston Wood, diretor de segurança da Zions, descreve a plataforma como uma forma de aumentar as capacidades das ferramentas de SIEM. Os fabricantes de tecnologia de SIEM, incluindo a NetIQ, dizem ter a certeza de que a onda em torno da abordagem Big Data e da segurança está apenas começando.</p>
<p>&#8220;O SIEM tem de evoluir por esse caminho,&#8221; defende Matt Ulmer, diretor de gestão de produto na NetIQ. O responsável diz que a indústria enveredou por um caminho de reinvenção do SIEM, incorporando tecnolgia de BI.</p>
<p>As ferramentas de Big Data podem detectar o que foge à norma, explica Ulmer. &#8220;Mas como se define a norma?&#8221; questiona Ulmer. E ele diz que as ações de ataque podem surgir apenas por alguns segundos todos os dias. Portanto, o objetivo principal é distinguir os atacantes dos usuários normais. E as ferramentas de Big Data podem ser muito úteis nisso.</p>
<p><strong>Obstáculos práticos</strong></p>
<p>No entanto, há alguns obstáculos de ordem prática para esta visão. A Cloud Computing está tornando mais difícil a implementação de estratégias tradicionais de SIEM. Uma estratégia de Big Data para segurança está na esfera da vanguarda. E os responsáveis de segurança já têm a agenda bem preenchida com a tendência &#8220;Bring Your Own Device” (BYOD) como tema de gestão.</p>
<p><em>Fonte: ComputerWorld</em></p>
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		<title>Amazon e Apple se preparam para embate no mundo dos tablets</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:08:32 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Rumores apontam que a Apple estaria trabalhando em um mini iPad de 7 polegadas e a Amazon quer lançar um Kindle Fire de 10 polegadas. O site Wired divulgou rumores de que a Apple e Amazon estariam trabalhando em novos modelos de tablets que invadiriam o espaço uma da outra no mercado. De acordo com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Rumores apontam que a Apple estaria trabalhando em um mini iPad de 7 polegadas e a Amazon quer lançar um Kindle Fire de 10 polegadas.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/Apple-iPad-Vs-Amazon-Kindle-Fire.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/Apple-iPad-Vs-Amazon-Kindle-Fire-300x204.jpg" alt="" title="Apple-iPad-Vs-Amazon-Kindle-Fire" width="300" height="204" class="alignleft size-medium wp-image-7975" /></a>O site Wired divulgou rumores de que a Apple e Amazon estariam trabalhando em novos modelos de tablets que invadiriam o espaço uma da outra no mercado. De acordo com os boatos, a Amazon lançará um Kindle Fire de 10 polegadas no terceiro trimestre deste ano e a Apple está desenvolvendo um iPad mini de 7 polegadas.</p>
<p>Atualmente, tanto o iPad quanto o Kindle Fire estão muito bem em seus mercados. A Apple tem lucrado muito com a comercialização do tablet e ainda leva 30% das vendas dos aplicativos. Já a Amazon conseguiu tornar o Kindle Fire o tablet com Android mais vendido do mundo e alcançou 54% da fatia do mercado. Por conta de seus respectivos sucessos, é normal que as empresas queiram expandir suas linhas de dispositivos e, eventualmente, esbarrem uma na outra em algum momento.<span id="more-7974"></span></p>
<p>Obviamente, o Kindle Fire não tem os mesmos recursos do iPad, portanto, se a Apple realmente lançar um tablet menor, a Amazon terá de enfrentar um verdadeiro concorrente no mercado de mini-tablets e se esforçar para lançar um aparelho a altura do iPad. Com cada uma das empresas almejando um novo espaço, é possível que o mercado de tablets se torne bastante interessante nos próximos meses e os consumidores ganhem opções atraentes de aparelhos. É esperar para ver.</p>
<p><em>Fonte: OlharDigital</em></p>
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		<title>A revolução da educação superior no mundo digital</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:46:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Andrew Ng é professor de ciência da computação na Universidade Stanford e tem uma forma bem interessante de explicar como a nova companhia de educação interativa on-line da qual ele foi cofundador, a Coursera, espera revolucionar o ensino superior ao permitir que alunos de todo o mundo não só ouçam palestras, mas também façam deveres [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images-1.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images-1.jpg" alt="" title="images (1)" width="200" height="141" class="alignleft size-full wp-image-7972" /></a>Andrew Ng é professor de ciência da computação na Universidade Stanford e tem uma forma bem interessante de explicar como a nova companhia de educação interativa on-line da qual ele foi cofundador, a Coursera, espera revolucionar o ensino superior ao permitir que alunos de todo o mundo não só ouçam palestras, mas também façam deveres de casa, recebam notas, obtenham um certificado de conclusão de curso e utilizem isso para conseguir um emprego melhor ou o ingresso em uma escola de mais qualidade.</p>
<p>“Eu normalmente ensino 400 alunos”, explica Ng, mas no semestre passado ele ensinou 100 mil em um curso on-line com essa máquina de aprendizado. “Anteriormente, para alcançar tanto alunos, eu teria que lecionar a minha disciplina normal na Universidade Stanford durante 250 anos.”</p>
<p>Bem-vindos à revolução da educação superior. Grandes inovações ocorrem quando de repente se torna possível fazer aquilo que é desesperadamente necessário. Os custos de obtenção de um diploma superior têm aumentado mais rapidamente do que aqueles referentes aos serviços de saúde, de forma que a necessidade de fornecer educação superior de baixo custo e de qualidade tornou-se mais urgente do que nunca. Ao mesmo tempo, em uma economia baseada no conhecimento, a educação superior tornou-se mais vital do que nunca. E graças à disseminação de tecnologias wireless de alta velocidade, internet de banda larga, smartphones, Facebook, computação em nuvem e computadores tablets, o mundo fez uma transição da conectividade para a hiper-conectividade em um período de apenas sete anos.<span id="more-7971"></span></p>
<p>Finalmente, uma geração que cresceu com essas tecnologias está se sentindo cada vez mais confortável para aprender e interagir com professores por meio de plataformas on-line. A combinação de todos esses fatores gerou o Coursera.org, que foi lançado em 18 de abril, com o apoio de fundos de investimentos do Vale do Silício, conforme o meu colega John Markoff anunciou em primeira mão.</p>
<p>Companhias privadas, como a Phoenix, vêm oferecendo há anos cursos universitários on-line pagos. E universidades como o Instituto de Tecnologia de Massachusetts e Stanford oferecem palestras on-line gratuitas. O Coursera é o próximo passo nessa tendência: a criação de uma plataforma interativa que permita que as melhores escolas do mundo ofereçam não apenas uma ampla gama de palestras educativas on-line gratuitas, mas também um sistema de avaliação, notas, auxílio individualizado e certificados de conclusão de cursos por menos de US$ 100 (isso parece ser um bom negócio; anuidade de um curso tradicional na Universidade Stanford é de mais de US$ 40 mil).</p>
<p>O Coursera está começando com 40 cursos on-line &#8211;desde computação até ciências humanas&#8211; oferecidos por professores da Universidade Stanford, Universidade Princeton, Universidade de Michigan e Universidade da Pensilvânia. “As universidades produzem e são proprietárias do conteúdo, e nós somos a plataforma que contém e transmite esse material”, explica Daphne Koller, professora de ciência da computação da Universidade Stanford que fundou o Coursera, juntamente com Ng, após ter presenciado dezenas de milhares de estudantes acompanhando as palestras gratuitas on-line da universidade.</p>
<p>“Nós trabalharemos também com empregadores para estabelecer uma conexão entre estudantes &#8211;somente com o consentimento destes&#8211; e oportunidades de emprego que são apropriadas para as suas habilidades recém-adquiridas. Assim, por exemplo, uma companhia do setor biomédico que estiver procurando alguém que possua conhecimentos nas áreas de programação e biologia computacional poderá nos consultar para ter acesso a estudantes que tiveram um bom desempenho nos nossos cursos de computação em nuvem e genômica. Isso é ótimo para empregadores e empregados. É algo que permite que uma pessoa que teve uma educação menos tradicional obtenha o credenciamento para ter acesso a essas oportunidades.”</p>
<p>O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, a Universidade Harvard e companhias privadas, como a Udacity, estão criando plataformas similares. Dentro de cinco anos essa será uma indústria enorme. Embora as palestras sejam em inglês, estudantes têm formado grupos de estudo nos seus próprios países para ajudarem uns aos outros. Os maiores índices de inscrição nesses programas são registrados nos Estados Unidos, no Reino Unido, na Rússia, na Índia e no Brasil. “Um estudante iraniano me escreveu um e-mail para dizer que encontrou uma maneira de fazer download dos vídeos das aulas, e que estava gravando esses vídeos em DVD e distribuindo-os”, disse Ng na última quinta-feira. “Nós acabamos de ultrapassar a marca de um milhão de inscrições.”</p>
<p>Para tornar o aprendizado mais fácil, o Coursera divide as suas palestras em segmentos curtos e oferece testes on-line, cujas correções podem ser feitas pelo próprio aluno, a fim de cobrir cada ideia nova. O sistema é baseado na honestidade do estudante, mas estão sendo criadas ferramentas para reduzir as trapaças.</p>
<p>Em cada curso, o estudante faz perguntas em um fórum on-line para que todos vejam e, a seguir, votem nas questões e respostas. “Dessa forma, as questões mais úteis vão para o topo da lista, e as ruins acabam lá embaixo”, diz Ng. “Com 100 mil alunos, é possível analisar cada questão. Isso se constitui em uma enorme mina de dados”. Além disso, se um estudante tiver uma pergunta sobre a palestra do dia, e for de manhã no Cairo, mas 3h da madrugada em Stanford, não haverá nenhum problema. “Sempre há alguém acordado em algum lugar para responder à sua pergunta depois que você colocá-la no fórum”, diz Ng. “O tempo médio para se obter uma resposta é de 22 minutos.”</p>
<p>Essas plataformas de aprendizado de alta qualidade poderiam possibilitar que as faculdades comunitárias norte-americanas, que estão enfrentando orçamentos apertados, implementassem uma “inversão” nas salas de aula. Ou seja, fazer downloads dos melhores palestrantes do mundo sobre qualquer assunto e deixar que os seus próprios professores se concentrem apenas em trabalhar individualmente com os alunos. “Isso possibilitará que pessoas que não têm acesso a uma educação de qualidade internacional &#8211;devido a limitações de natureza financeira e geográfica ou à falta de tempo&#8211; tenham a oportunidade de obter uma qualidade de vida melhor para si e para os seus familiares”, afirma Koller.</p>
<p>Considerando que vários problemas em todo o mundo devem-se à falta de escolaridade, isso se constitui em uma boa notícia. Que a revolução tenha início!</p>
<p><em>Por THOMAS L. FRIEDMAN<br />
Tradutor: UOL</em></p>
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		<title>Facebook faz das pessoas marqueteiros de si mesmos</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 10:28:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Facebook]]></category>

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		<description><![CDATA[A escravidão voluntária que multidões dos quatro cantos do planeta prestam ao Facebook está transformando o serviço numa espécie de catálogo da Terra inteira. Senão da Terra, ao menos dos terráqueos. Cada brasileiro com acesso à internet gastou em média 7 horas, 50 minutos e 26 segundos no Facebook em abril passado. Nenhum outro site [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images9.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images9.jpg" alt="" title="images" width="239" height="210" class="alignleft size-full wp-image-7969" /></a>A escravidão voluntária que multidões dos quatro cantos do planeta prestam ao Facebook está transformando o serviço numa espécie de catálogo da Terra inteira. Senão da Terra, ao menos dos terráqueos.</p>
<p>Cada brasileiro com acesso à internet gastou em média 7 horas, 50 minutos e 26 segundos no Facebook em abril passado. Nenhum outro site consome tanto tempo do público brasileiro quanto o Facebook, que lidera esse ranking desde agosto de 2011. 78,5% dos que usam a internet no país usam também o Facebook.</p>
<p>Nem era preciso consultar o Ibope. Basta ficar no Facebook certo tempo para saber quão viciante o serviço pode ser, trazendo de volta pessoas do passado, abrindo contato com parentes desconhecidos, novos contatos, transformando seres humanos que riem e que choram em seres humanos que quase apenas riem, porque se tornaram marqueteiros de si mesmos.<span id="more-7967"></span></p>
<p>O Facebook é o serviço em que as pessoas fazem broadcast de suas vidas, ou ao menos da parte que interessa divulgar. Muitos se iludem achando que é uma boa forma de manter o contato com amigos e familiares, para quem sabe um dia descobrir que aquele contato superficial, à base de textos curtos e fotos escolhidas a dedo, pode esconder a possível ausência de um relacionamento inteiro, verdadeiro e de carne e osso. Afinal, o dia continua a ter apenas 24 horas.</p>
<p>Sejamos honestos. Será que você realmente sabe o que está se passando com pessoas que importam para você ao restringir seu contato com elas ao Facebook?</p>
<p><strong>Catálogo</strong></p>
<p>“Catálogo da Terra Inteira”(ou “Whole Earth Catalog”) é o nome de um almanaque idealista e ambicioso dos anos 60 que surgiu exatamente na mesma cidade que hoje sedia o Facebook na Califórnia: Menlo Park.</p>
<p>O catálogo foi publicado regularmente entre 1968 e 1972. Ainda está disponível na Internet, em PDF, no Twitter e em outras versões. <a href="http://www.wholeearth.com/index.php" target="_blank"><strong>Veja aqui.</strong></a> </p>
<p>Steve Jobs era um fã ardoroso, chamava de uma das bíblias da sua geração e chegou a defini-lo como “um tipo de Google” de 35 anos atrás, num discurso que deu na vizinha universidade Stanford em 2005.</p>
<p>“Nós somos deuses e é melhor nos acostumarmos com isso”, escreveu Stewart Brand na abertura do primeiro número, em 1968. Em plena contracultura, enquanto os hippies cultuavam abstrações nas vizinhanças, Stewart Brand levantou a bandeira de que dar poder às pessoas era dar a elas conhecimento, especialmente técnico e prático. Bem no espírito americano do “faça você mesmo“.</p>
<p>Ainda na abertura da primeira edição, Stewart Brand questiona os ganhos reais obtidos pela sociedade via sistema político, grandes empresas, educação formal e Igreja. Defende devolver o poder ao indivíduo, para que este conduza sua própria educação, encontre sua própria inspiração, moldada pelo seu ambiente, para depois dividir sua aventura com quem se interessar. “Ferramentas que ajudem esse processo são buscadas e promovidas pelo Catálogo da Terra Inteira”, anunciou.</p>
<p>Foi Stewart Brand quem persuadiu a Nasa a liberar a primeira foto do planeta Terra. Aquela memorável bola de mármore azul se tornou a capa do catálogo. E Stewart ainda está na ativa, pensando grande e longe, fazendo maluquices como o Relógio do Longo Agora, que está sendo construindo num lugar remoto do Texas para funcionar por pelo menos 10 mil anos, medindo anos, séculos e milênios em vez de medir horas, minutos e segundos.</p>
<p>Há uma fundação e um museu chamados <a href="http://longnow.org/" target="_blank"><strong>The Long Now</strong></a>, em San Francisco, Califórnia, com maquetes e protótipos.</p>
<p>Enquanto não sabemos qual será o longo agora do Facebook, é bom lembrar que Stewart, ali na mesma Menlo Park, ajudou a definir o mundo do compartilhamento da informação e do trabalho colaborativo como conhecemos hoje com a internet.</p>
<p>Assim como Mark Zuckerberg, com seu moletom de capuz e suas sandálias de plástico de natação, ajudou a modificar o mundo da comunicação.</p>
<p><em>Por Marion Strecker</em></p>
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		<title>A partir de junho, será possível abrir empresa via internet</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 23:44:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Iniciativa é uma parceria entre Sebrae e MDIC A partir de junho, será possível abrir uma empresa pela internet. Um piloto do projeto Integrar será implantado no Distrito Federal e em oito Estados: Sergipe, Paraná, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, Pará e Paraíba. A iniciativa abre caminho para a implantação da Rede Nacional para a Simplificação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Iniciativa é uma parceria entre Sebrae e MDIC</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images8.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images8.jpg" alt="" title="images" width="245" height="205" class="alignleft size-full wp-image-7964" /></a>A partir de junho, será possível abrir uma empresa pela internet. Um piloto do projeto Integrar será implantado no Distrito Federal e em oito Estados: Sergipe, Paraná, Rondônia, Roraima, Tocantins, Ceará, Pará e Paraíba. A iniciativa abre caminho para a implantação da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) em todo o país. </p>
<p>O Integrar é uma parceria entre o Sebrae, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Junta Comercial de Minas Gerais. O projeto é uma adaptação do Minas Fácil, iniciativa que simplificou a legalização de empresas no Estado. </p>
<p>“O projeto segue as regras para abertura e funcionamento de negócios validadas pelo Comitê Gestor da Redesim, que são mais simples, operadas de forma eletrônica”, explicou a gerente-adjunta de Políticas Públicas do Sebrae, Inês Schwingel. <span id="more-7963"></span></p>
<p>“Enquanto o Banco Mundial aponta que o tempo médio para abertura de empresas no Brasil é de 152 dias, em Minas Gerais é de até nove dias”, explicou Alex Francisco de Oliveira Barbosa, diretor da Junta Comercial de Minas Gerais. Ele participou, ontem(16/05), do II Encontro Nacional da Rede Sebrae de Políticas Públicas, em Brasília.</p>
<p>O evento reuniu cerca de 60 gerentes e analistas do Sistema Sebrae com  objetivo de alinhar ações para o desenvolvimento das estratégias estabelecidas pela instituição. Entre os quais a implantação em todo o País da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (Lei Complementar 123/06). </p>
<p><em>Fonte: IDG Now!</em></p>
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		<title>Google adiciona novo recurso para ficar ainda mais inteligente nas buscas</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:20:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Knowledge Graph&#8217; é uma ferramenta que promete enriquecer as pesquisas no buscador, de forma mais dinâmica e veloz. O Google apresentou nesta quarta-feira (16/05) uma nova ferramenta para complementar os resultados de uma pesquisa em seu mecanismo de busca. Intitulado &#8220;Knowledge Graph&#8221; (&#8220;Gráfico de Conhecimento&#8221;, na tradução livre), a novidade apresenta um sistema muito mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Knowledge Graph&#8217; é uma ferramenta que promete enriquecer as pesquisas no buscador, de forma mais dinâmica e veloz.</p></blockquote>
<p><center><iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mmQl6VGvX-c" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></center></p>
<p>O <strong>Google</strong> apresentou nesta quarta-feira (16/05) uma nova ferramenta para complementar os resultados de uma pesquisa em seu mecanismo de busca. Intitulado &#8220;Knowledge Graph&#8221; (&#8220;Gráfico de Conhecimento&#8221;, na tradução livre), a novidade apresenta um sistema muito mais dinâmico e veloz para que o internauta localize a informação que deseja com ainda mais dados complementares dentro do buscador.</p>
<p>De acordo com os sites Google Inside Search e Google Discovery, a principal diferença entre o atual e o novo formato do Google é que o site não fará mais pesquisas apenas pelas palavras-chave digitadas. Além delas, é realizada uma filtragem mais profunda em busca de termos interligados e, por fim, somados aos resultados de acordo com os itens pesquisados. Isso envolve curiosidades, estatísticas e até detalhes técnicos, apresentados de modo que o usuário saiba ainda mais sobre o tema, ou encontre tópicos relacionados ao assunto pesquisado.<span id="more-7960"></span></p>
<p>O Knowledge Graph também pode informar ao internauta sobre eventos, atividades e locais interessantes para se visitar em um determinado local do planeta. Outra característica do serviço é de dizer ao usuário se outras pessoas estão fazendo aquela mesma busca naquele momento, ou se outras pessoas fizeram recomendações sobre aquele local.</p>
<p>Disponível para desktops e smartphones (a partir da versão 2.2 do Android e versão 4 do iOS), no momento o recurso está habilitado apenas para os Estados Unidos, e não há previsão de lançamento aqui no Brasil.</p>
<p><em>Fonte: OlharDigital</em></p>
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		<title>PCs que viram tablets serão o carro-chefe entre os Ultrabooks</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:07:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Tablet]]></category>

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		<description><![CDATA[Vários fabricantes estão investindo no design &#8220;conversível&#8221; proposto pela Intel. As máquinas foram o destaque do IDF 2012. Conversíveis. É assim que a Intel está chamando os Ultrabooks com tela sensível ao toque que se transformam em tablets. Elas integram a segunda geração dos portáteis ultrafinos que começam a substituir notebooks e desktops na carteira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Vários fabricantes estão investindo no design &#8220;conversível&#8221; proposto pela Intel. As máquinas foram o destaque do IDF 2012.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/keynoteidf2012.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/keynoteidf2012-300x224.jpg" alt="" title="keynoteidf2012" width="300" height="224" class="alignleft size-medium wp-image-7958" /></a>Conversíveis. É assim que a Intel está chamando os Ultrabooks com tela sensível ao toque que se transformam em tablets. Elas integram a segunda geração dos portáteis ultrafinos que começam a substituir notebooks e desktops na carteira de produtos de muitos fabricantes de computadores, incentivados pela gigante dos processadores. Cinco deles, alguns ainda modelos de referência (foto), foram apresentados nesta terça-feira, 15/5 pelo vice-presidente da Intel, Kirk Skaugen, em seu keynote no Intel Developers Forum 2012, maior evento da empresa para discutir os rumos da indústria, realizado pela primeira vez no Brasil, em São Paulo. E alguns modelos _ incluindo um da Lenovo _ podem estar disponíveis no mercado brasileiro no segundo semestre deste ano.</p>
<p>Os Ultrabooks são hoje como uma obsessão para a Intel. A resposta da companhia para a sangria provocada pelos tablets na venda de computadores pessoais. A empresa tem um fundo fundo de 300 milhões de dólares focado nesse segmento. Sua maior campanha de publicidade da década será voltada para a nova plataforma de máquina ultrafinas, que no entender da companhia unem o melhor do mundo PC com a praticidade e mobilidade dos tablets, vistos pela empresa como um dispositivos secundário, companheiro do computador.<span id="more-7957"></span></p>
<p>Hoje existem 21 modelos de Ultrabooks no mercado mundial. Até o fim do ano serão 110 modelos em todo o mundo. No Brasil, serão 11 modelos até junho e 20 até o fim do ano. Para ostentar a nomenclatura, as máquinas passam por testes de conformidade. Precisam atender a todos os requisitos técnicos definidos pela Intel. A tela touch passará a ser um deles, mas apenas na terceira geração. Hoje faz parte da configuração recomendada aos fabricantes pela gigante do computador, conforme explica o vice-presidente. &#8220;Cada OEM decide que recursos agregar. Assim como este ano estamos falando do touch, no ano que vem estaremos falando sobre controle de voz, reconhecimento facial&#8221;, afirma Kirk Skaugen.</p>
<p>O design &#8220;conversível&#8221;também é uma recomendação, que tem tido grande aceitação por parte dos fabricantes, embasados em uma pesquisa recente realizada pela Intel com com 81 famílias em quatro cidades: São Paulo, Xangai, Milão e San Francisco. Os usuários tiveram que desempenhar 50 tarefas em seus computadores, e opinar. Ao perguntados se preferiam usar a interface com tela sensível ao toque para realizar muitas das tarefas, 77% disseram que sim. Outras tantas também disseram que o uso do teclado continua sendo necessário, mas o percentual não foi revelado pela Intel, que usa a presença do teclado mecânico, acoplado fisicamente à máquina, como diferencial de um PC para um tablet. &#8220;Se a conexão do teclado for via Bluetooth estamos falando de um tablet&#8221;, explica Kirk Skaugen.</p>
<p>O sucesso dos modelo de Ultrabooks conversíveis com tela sensível ao toque está diretamente relacionado à chegada do Windows 8 ao mercado. &#8220;Em um ano ou dois, vamos ter uma visão melhor se o Ultrabook tem realmente o melhor de um tablet e o melhor de um notebook em um único dispositivo. E ver o que o mercado prefere&#8221;, diz o vive-presidente, que antes da entrevista quis saber se eu me sentia confortável tomando notas digitando diretamente no teclado virtual do iPad.</p>
<p><strong>Preço, outro obstáculo</strong></p>
<p>Não há dúvidas de que a Intel está apostando todas as suas fichas nos Ultrabooks. A companhia espera que eles venham ser mainstream já no fim do ano, mas não revela números sobre vendas. Limita-se a dizer que, até agora, estão dentro das expectativas, suprindo, no mix de produtos, a receita perdida com as vendas de desktops. O Brasil, lógico, é um dos mercados-chave para a companhia, por conta da venda aquecida de notebooks. Mas o preço ainda faz deles máquinas para uma população de alto poder aquisitivo, principalmente aqui.</p>
<p>Teremos Ultrabooks de menos de R$ 2 mil até o fim do ano, conforme o esperado? Perguntei a diversos interlocutores e as respostas foram diversas. Sem dar muitos detalhes, Steve Long Diretor Geral da Intel para a América Latina foi categórico: &#8220;Já temos hoje. Compramos diversas aqui para o IDF, em lojas brasileiras, por menos de R$ 2 mil&#8221;, disse. A conferir. A alta do dólar não ajuda. E alguns varejistas podem estar liquidando estoque para a chegada das novas máquinas nos próximos 60 dias.</p>
<p>A expectativa da Intel é que o início da fabricação local se reverta em queda de preços, principalmente agora, em um momento depressão cambial, com o dólar em alta. Lá fora, segundo Kirk Skaugen, já é possível encontrar Ultrabooks a partir de US$ 699. &#8220;Se você compra vários acessários para um tablet, para deixá-lo completo, ele acaba ficando mais caro que isso&#8221;, diz o executivo.</p>
<p><strong>Tablets</strong></p>
<p>Isso significa que a Intel não terá tablets? De forma alguma. Durante o IDF, Américo Tomé, diretor de Produtos da Intel para a Amércia Latina, revelou detalhes da futura geração de processadores, nome código Cover Trail, redesenhada do zero a partir do Atom para atender às especificações do  Windows 8. &#8220;A Intel tem trabalhado muito próxima à Microsoft. A gente tem mais de 20 projetos em andamento com fabricantes ao redor do mundo que vão ser baseados em processadores Core ou Cover Trail, para atender às necessidades dos Ultrabooks conversíveis e dos tablets com Windows 8&#8243;, explica o executivo.</p>
<p>A Intel acredita que, no segundo semestrem, principalmente nos Estados Unidos, os tablets Cover Trail e os conversíveis com a terceira geração de processadores Core i3, i5 e i7, serão os produtos com melhor custo/desempenho para rodar Windows 8.</p>
<p>O Cover Trail já tem um road map definido para os próximos três anos. &#8220;Tablets com Cover Trail e o ARM se equivalem hoje. A gente posiciona o Atom com o ARM em termos de performance e desempenho de bateria&#8221;, afirma Américo. O melhor desempenho sero obtido nos conversíveis, com processdores Core&#8221;, afirma Américo.</p>
<p>Segundo ele, há um mês já existiam 30 diferentes produtos conversíveis em desenvolvimento nos fabricantes, e este número tem crescido exponencialmente, mês a mês.</p>
<p><em>Por Cristina De Luca</em></p>
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		<title>Gradiente volta ao mercado e lança tablets Android</title>
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		<pubDate>Thu, 17 May 2012 10:03:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Android]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Longe do mercado desde 2006, marca, que agora pertence à CBTD, também anunciou eletrônicos domésticos e infantis. A Gradiente, uma das principais marcas no setor de eletrônicos na década de 80, anunciou sua volta ao mercado nesta quarta (16). A empresa, fora do mercado desde 2006, agora pertence à CBTD &#8211; Companhia Brasileira de Tecnologia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Longe do mercado desde 2006, marca, que agora pertence à CBTD, também anunciou eletrônicos domésticos e infantis.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images7.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images7.jpg" alt="" title="images" width="253" height="199" class="alignleft size-full wp-image-7955" /></a>A <strong>Gradiente</strong>, uma das principais marcas no setor de eletrônicos na década de 80, anunciou sua volta ao mercado nesta quarta (16).</p>
<p>A empresa, fora do mercado desde 2006, agora pertence à CBTD &#8211; Companhia Brasileira de Tecnologia Digital, que arrendou por 360 milhões os direitos de uso da marca e começou a operar em agosto do ano passado, com aporte de 68 milhões de reais. O CEO Fabio Vianna diz que os foco da Gradiente será o mercado de entretenimento doméstico, celular, eletrônicos infantis e tablets.</p>
<p>&#8220;Planejamos lançar mais de 20 produtos até o final do ano&#8221;, diz o executivo, que projeta lucro já no primeiro ano. &#8220;Nosso objetivo é atingir a classe média e a média-alta&#8221;, diz Eduardo Toni, diretor de marketing.<span id="more-7953"></span></p>
<p>Segundo Vianna, a empresa não irá competir por grandes volumes de market share. &#8220;Nosso foco é a rentabilidade&#8221;.</p>
<p>Justamente por essa falta de grandes números é que a CBTD irá se focar no e-commerce, afirma o CEO. Inicialmente, o plano é que este ano metade das vendas venha do site, mas a empresa não revela metas de produção ou faturamento. </p>
<p>A produção, terceirizada, será no Brasil &#8211; a empresa não revela quais são as fabricantes. A linha de áudio e vídeo em Manaus, e a de eletrônicos em São Paulo.</p>
<p>Para ele, o longo tempo afastado do mercado não prejudica a empresa. &#8220;A tecnologia permite justamente isso. Nossos produtos estão em linha com o que há de mais moderno&#8221;, disse.</p>
<p>Tablets e infantis<br />
O produto mais chamativo é o tablet Oz Black. Ele vem com Android 2.3.1, tela de 8&#8243;, processador de 1 GHz e câmera de 2MP. O produto chega em 30 dias, por mil reais.</p>
<p>Com as mesmas especificações e preço, o colorido Oz MPG é voltado para crianças. Ele vem com aplicativos como Galinha Pintadinha, cocoricó, Palavra Cantada, Cartoon Network e iG Jogos e Infantil. Um sistema de controle parental permite bloquear acesso a aplicativos e ao browser. </p>
<p>A empresa disse que mais aplicativos estarão em sua loja de aplicativos, a Gradiente Apps. Toni diz que já estão disponíveis 40 mil apps, e que a fabricante fará parcerias com lojas, além de desenvolvimento interno de software e interface.</p>
<p>Entre os celulares, destaque é o Safe Phone. Ele traz um botão SOS na parte traseira que dispara ligações e a localização, por GPS ou triangulação, para até cinco números, lanterna, teclas grandes e base para recarga de bateria.</p>
<p>Em entretenimento doméstico, home theater wireless no formato barra, Blu-ray player 3D com conexão Ethernet e fone de ouvido. Para as próximas semanas, devem chegar TVs Full HD e o Linkbox, um media player com Android para ser conectado à TV &#8211; ele virá com teclado em português e touchpad.</p>
<p>Por fim, quatro eletrônicos infantis &#8211; cámera com 2MP, efeitos de imagem e flash, fones de ouvido com controle de decibéis, DVD portátil com suporte para carro. Para os próximos meses, a empresa promete a volta de outro ícone: o karaoke portátil, agora com rádio FM e suporte a pendrive.</p>
<p><em>Por Renato Rodrigues</em></p>
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		</item>
		<item>
		<title>Site da Cetesb é atacado e exibe fotos íntimas de Carolina Dieckmann</title>
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		<pubDate>Wed, 16 May 2012 02:49:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Página inicial da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental foi alterada por hackers e, desde a tarde desta terça-feira (15/05) mostra imagens roubada da atriz. A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), vinculada à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, teve seu site atacado nesta terça-feira (15/05). Os invasores, aproveitando o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Página inicial da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental foi alterada por hackers e, desde a tarde desta terça-feira (15/05) mostra imagens roubada da atriz.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images6.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images6.jpg" alt="" title="images" width="276" height="183" class="alignleft size-full wp-image-7950" /></a>A Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), vinculada à Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, teve seu site atacado nesta terça-feira (15/05). Os invasores, aproveitando o acesso que tiveram ao portal, modificaram-no – prática conhecida como defacement (pichação) – colocando fotos de Carolina Dickmann no lugar da interface convencional da página.</p>
<p>Curiosamente, os responsáveis pelo chamado defacement não assinaram o trabalho, como de hábito. O código-fonte da página exibia apenas os links para as fotos, hospedadas em um site de armazenamento.</p>
<p>O ataque também revela como será difícil para a atriz e seuss advogados sumir com as fotos da internet. No site da Cetesb, por exemplo, elas estavam renomeadas, de modo a dificultar a busca.<br />
<span id="more-7949"></span></p>
<p>As imagens, que mostram a atriz nua, foram roubadas de seu computador com a ajuda de um trojan, e, há duas semanas, em 4/05, disponibilizadas na Internet. Desde então, elas foram copiadas para inúmeros endereços e receberam milhões de visitas, apesar dos esforços dos advogados da atriz, que tentam convencer mecanismos de busca como Google e Yahoo a omitirem os links que levem às fotos íntimas.</p>
<p>Todo o site está fora do ar, com exceção da página inicial, que exibe as imagens. As partes íntimas de Carolina, no entanto, foram sobrepostas por um rosto bastante conhecido na rede: o do Troll. Em geral, este é utilizado em tom jocoso, depois que o internauta age de forma provocativa ou realiza alguma brincadeira de mau gosto.</p>
<p>Atualização: a assessoria de comunicação do órgão confirmou ao IDG Now o ataque. O portal foi retirado do ar, impedindo a visualização das fotos. Às 19h05 ainda não havia uma previsão para que ele voltasse ao normal.</p>
<p><em>Fonte: IDG Now!</em></p>
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		<title>Positivo anuncia linha de ultrabooks e notebooks ultrafinos</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:10:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Positivo anunciou o lançamento de sua nova linha Ultra de portáteis. Trata-se dos ultrabooks X8000 e dos notebooks série X5000, que contam com processadores Intel Core, tecnologia Intel de Resposta Inteligente e de antirroubo. Os ultrabooks X8000 têm 18mm de espessura, pesam 1,6kg e vêm com tela de 14 polegadas com tecnologia LED. Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/positivo_ultra__.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/positivo_ultra__-300x214.jpg" alt="" title="positivo_ultra__" width="300" height="214" class="alignleft size-medium wp-image-7947" /></a>A <strong>Positivo</strong> anunciou o lançamento de sua nova linha Ultra de portáteis. Trata-se dos ultrabooks X8000 e dos notebooks série X5000, que contam com processadores Intel Core, tecnologia Intel de Resposta Inteligente e de antirroubo.</p>
<p>Os ultrabooks X8000 têm 18mm de espessura, pesam 1,6kg e vêm com tela de 14 polegadas com tecnologia LED. Os usuários podem escolher configurações com processadores Intel Core i3 ou Core i5, sistema operacional Windows 7 Home Basic ou Premium, memória RAM de 4GB ou 8GB DDR3 e SSD de 32GB combinado a HDs de 320GB ou 500GB. Em relação à conexão, os ultrabooks contam com duas portas USB 3.0 e uma USB 2.0, Bluetooth 4.0, saída HDMI 1.4, leitor de cartões e rede Gigabit Ethernet. A autonomia de bateria dos aparelhos é de até oito horas.<span id="more-7946"></span></p>
<p>Os notebooks da série série X5000, por sua vez, também com telas de 14 polegadas e tecnologia LED, trazem disco óptico, processadores Intel Core i3 ou Core i5, sistema operacional Windows 7 Home Basic ou Premium, memória RAM de 4GB ou 8GB DDR3, HD de 500GB ou 750GB, uma porta USB 3.0, duas portas USB 2.0, Bluetooth 4.0, saída HDMI 1.4, rede Gigabit Ethernet. Os noteboos, que pesam 1,8kg, têm bateria de até cinco horas.<br />
Em relação ao design, os aparelhos de ambas as séries têm visual arrojado, tampas resistentes, em liga metálica, e acabamento em aço escovado. A previsão é de que os ultrabooks X8000 e os notebooks X5000 cheguem ao mercado em julho. Até o momento, a Positivo não informou o preço dos novos portáteis.</p>
<p><em>Por Verônica Vasque</em></p>
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		<title>Smartphones vão dominar o mundo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 19:02:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a grande demanda por esses celulares móveis e inteligentes, a tendência é um crescimento mais veloz do que qualquer outra tecnologia até então inventada. O site Technology Review publicou um artigo que analisa a multiplicação dos smartphones. O texto faz comparativos com a evolução de outras nove tecnologias: telefone, eletricidade, rádio, televisão, computador, celular, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Com a grande demanda por esses celulares móveis e inteligentes, a tendência é um crescimento mais veloz do que qualquer outra tecnologia até então inventada.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images5.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images5.jpg" alt="" title="images" width="248" height="203" class="alignleft size-full wp-image-7944" /></a>O site <a href="http://www.technologyreview.com/business/40321/?ref=rss" target="_blank"><strong>Technology Review</strong></a> publicou um artigo que analisa a multiplicação dos smartphones. O texto faz comparativos com a evolução de outras nove tecnologias: telefone, eletricidade, rádio, televisão, computador, celular, internet, smartphone e tablet.</p>
<p>De acordo com o estudo, nenhuma das tecnologias está tão perto de atingir a saturação em tempo recorde como os smartphones. A previsão é de que daqui a 20 anos os celulares inteligentes atinjam seu pico máximo.</p>
<p>De acordo com estatísticas divulgadas pelo Gartner, somente no último trimestre de 2011, as vendas de smartphones cresceram 42% em todo o mundo. Já para 2012, o IDC prevê que as vendas cheguem a 15,4 milhões, ou seja, subirão outros 73%. Esse aumento repentino é notório, basta olhar ao redor. Todos utilizam seus smartphones, seja por inúmeras e diferentes necessidades. Uma sondagem do IDC mostrou que 69% dos usuários usam o smartphone para fins profissionais. Já 73% usam para atividades pessoais.<span id="more-7940"></span>  </p>
<p>Os smartphones rapidamente ultrapassaram diversas tecnologias desde seu início. De acordo com as pesquisas, os telefones fixos demoraram cerca de 45 anos para chegar às casas das pessoas e ser um item necessário (tal como é o celular atualmente). Já os celulares conquistaram o público em 7 anos e os smartphones, 4 anos. </p>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/20120510193718.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/20120510193718.jpg" alt="" title="20120510193718" width="500" height="270" class="aligncenter size-full wp-image-7941" /></a></p>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/20120510193746.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/20120510193746.jpg" alt="" title="20120510193746" width="500" height="270" class="aligncenter size-full wp-image-7942" /></a></p>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/20120510193814.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/20120510193814.jpg" alt="" title="20120510193814" width="500" height="270" class="aligncenter size-full wp-image-7943" /></a></p>
<p><em>Fonte: OlharDigital</em></p>
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		<title>Mais da metade dos softwares consumidos no País ainda é pirata</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 12:47:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Queda de 11 pontos em seis anos não foi o suficiente para que a arrecadação da indústria superasse o prejuízo provocado pelos programas obtidos ilegalmente. Junto à Colômbia, o Brasil é o país com a menor taxa de pirataria de software da América Latina: 53%, de acordo com a Business Software Alliance (BSA), associação que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Queda de 11 pontos em seis anos não foi o suficiente para que a arrecadação da indústria superasse o prejuízo provocado pelos programas obtidos ilegalmente.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images4.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/images4.jpg" alt="" title="images" width="240" height="180" class="alignleft size-full wp-image-7936" /></a>Junto à Colômbia, o Brasil é o país com a menor taxa de pirataria de software da América Latina: 53%, de acordo com a Business Software Alliance (BSA), associação que defende a indústria do setor. O índice atual representa uma queda de 11 pontos percentuais na comparação com seis anos atrás, mas ainda é maior que a média global, de 42%.</p>
<p>Em outras palavras, isso significa que, a cada cem programas adquiridos ou baixados em território nacional, 53 são obtidos ilegalmente. Em termos de arrecadação o software licenciado também perde para o pirata, por ter respondido por 2,53 bilhões de dólares em 2011, ante 2,84 bilhões de seu “concorrente”.</p>
<p>É preciso ressaltar que o montante calculado para o software pirata não considera o quanto de dinheiro ele gerou, mas quanto a indústria deixou de ganhar por causa dele. Segundo Frank Caramuru, diretor da BSA no Brasil, a expectativa é que a proporção se inverta em até três anos.<span id="more-7935"></span></p>
<p>“Um dos motivos para a queda não ser maior é a propagação da Internet no País. No entanto, desde 2007 o desempenho tem sido muito bom”, avalia. “Quanto menor for a taxa de pirataria, mais difícil fica nosso trabalho para reduzi-la ainda mais.”</p>
<p>A estratégia da BSA para avançar em seu objetivo se apoia sobre medidas de fiscalização, punição e educação. As duas primeiras valem principalmente para as empresas que preferem não pagar pelos softwares que utilizam e para as pessoas que copiam programas protegidos por direito intelectual e os comercializam. A educação, por sua vez, tem os usuários finais como público-alvo.</p>
<p>O estudo conclui 46% dos usuários brasileiros de computadores consomem softwares piratas – 7% disseram que o fazem sempre e 9%, frequentemente. Pessoas com até 44 anos respondem por 79% do bolo, indica que, por serem mais familiarizados com tecnologia, preferem não gastar com ela quando possível.</p>
<p><strong>Pronto para usar</strong><br />
Um dos fatores apontados pela BSA para a queda da taxa de pirataria é a elevação nas vendas de computadores que vêm com softwares como Windows e Office pré-instalados.</p>
<p>“Máquinas cruas “caixa-branca”, que frequentemente são um vetor de pirataria, representaram uma fatia reduzida de mercado (16,8%, contra 17,3% em 2010). Contrabalanceando esse efeito positivo na pirataria, houve um aumento da participação de mercados emergentes.”</p>
<p>Outro fator, lembrado por Caramuru, é o crescimento do segmento de dispositivos móveis, como tablets e smartphones, que também vêm com o sistema operacional instalado. Além disso, contam com populares lojas de aplicativos, de modo que poucos recorrem à plataformas alternativas, que por vezes recorrem à oferta de programas proprietários sem a devida autorização.</p>
<p>Assim, por conta do lançamento do eminente lançamento do Windows 8, que contará com uma loja oficial de softwares, o otimismo da indústria tende a aumentar. “Sem dúvida nenhuma vai ser muito positivo para reduzir a pirataria”, disse Caramuru. “A computação em nuvem é outro ponto que tem ajudado.”</p>
<p>Para os próximos anos o maior problema para as empresas de softwares deverá continuar sendo a China. Ela está próxima de superar os Estados Unidos em valor pirateado – em 2011 ele foi de 8,9 bilhões de dólares – embora tenha um mercado quinze vezes menor. Sua taxa de pirataria é de 77%, maior que o dos outros membros do BRICS, como Índia e Rússia (63%) e África do Sul (35%).<br />
<em><br />
<strong>Alexandre Porfírio</strong> = Lamentável esta situação!</em></p>
<p><em>Fonte: IDG Now!</em></p>
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		<title>Veja as 5 maiores falhas dos spammers</title>
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		<pubDate>Tue, 15 May 2012 04:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Empresa de segurança Bitdefender analisa tentativas de golpe e comprova que muitos delas não enganariam nem o mais ingênuo dos internautas. Em 2011, segundo a Trend Micro, quase 200 bilhões de spams foram enviados diariamente, causando, além de prejuízos na ordem de 20 bilhões de dólares para as companhias norte-americanas e de 3 bilhões de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Empresa de segurança Bitdefender analisa tentativas de golpe e comprova que muitos delas não enganariam nem o mais ingênuo dos internautas.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/spam.jpg"><img src="http://www.alexandreporfirio.com/wp-content/uploads/2012/05/spam-300x300.jpg" alt="" title="spam" width="300" height="300" class="alignleft size-medium wp-image-7932" /></a>Em 2011, segundo a Trend Micro, quase 200 bilhões de spams foram enviados diariamente, causando, além de prejuízos na ordem de 20 bilhões de dólares para as companhias norte-americanas e de 3 bilhões de dólares para as europeias, muita dor de cabeça para os usuários finais.</p>
<p>No entanto, embora os responsáveis por tais mensagens se apoiem na ingenuidade alheia para completar sues golpes, muitas vezes eles cometem erros graves, que praticamente inviabilizam seus planos mal-intencionados. A empresa de segurança Bitdefender selecionou cinco deles, que vão desde o envio de e-mails vazios à utilização de informações equivocadas – os frequentes erros ortográficos não entraram na lista.</p>
<p><strong>Quero abrir, mas não consigo</strong><br />
Os anexos ainda são o meio favorito dos spammers para infectar a máquina do internauta. Alguns tentam direcioná-lo para outro site, onde o ataque é facilitado, ou fazer com que o programa malicioso pareça algum software renomado – o Flashback, por exemplo, parecia uma atualização do Flash, da Adobe.<span id="more-7931"></span></p>
<p>A maioria dos cibercriminosos, no entanto, procura um caminho mais simples: anexar o arquivo na própria mensagem. Como grande parte dos serviços de e-mail possui sistemas próprios de segurança, é comum que o usuário tente executá-lo, mas seja impedido, pois o golpe é logo reconhecido pela plataforma de proteção.</p>
<p><strong>IPs em vez de domínios</strong><br />
Os domínios de spam costumam durar de dois a três dias antes que ingressem na lista negra de organizações e, em seguida, na lista de bloqueio dos navegadores. Por isso, spammers também utilizam IPs codificados, na esperança de que a armadilha se prolongue.</p>
<p>Contudo, eles se esquecem de que a maioria desses IPs já foi adotada em outras campanhas maliciosas, de modo que, tão logo a mensagem é disparada para milhões de pessoas, ela é vetada.</p>
<p><strong>Cadê a mensagem?</strong><br />
Na pressa, muitas spammers acabam errando na elaboração da mensagem. Ao digitar um símbolo errado em uma sequência HTML, fazem com que o todo o texto ou imagem deixe de aparecer. Assim, a potencial vítima só enxerga um monte de letras e números sem sentido, e dificilmente será tentada a clicar no link malicoso, mesmo que ele continue lá.</p>
<p><strong>Acho que é engano</strong><br />
Spammers gostam de reunitilizar templates. Na ânsia por ganhar tempo, porém, perdem a pose. Muitas vezes tentam um golpe que nada tem a ver com a mensagem em que ele foi implantado.</p>
<p>A Bitdefender dá o exemplo de uma transferência bancária. Ela até poderia iludir alguém, mas no remetente há um endereço falso do LinkedIn, o que coloca tudo a perder.</p>
<p><strong>O anexo que deveria estar aqui</strong><br />
Este talvez seja o erro mais tolo dos spammers. Há ocasiões em que eles acertam tudo; a identidade é praticamente inviolável, o template está perfeito, o texto é completamente crível. Só faltou o anexo, que seria responsável por infectar o PC e obter os dados pessoais da vítima. Ou seja, o principal.</p>
<p><em>Fonte: IDG Now!</em></p>
]]></content:encoded>
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